A região de Capela do Socorro,
na Zona Sul, ganhou ontem o
seu primeiro Centro de Atenção
Psicossocial Infantil (CAPS Infantil II).
Inaugurado na Chácara Novo Horizonte pelo prefeito de São Paulo e pelo secretário
municipal de Saúde, o equipamento
terá capacidade para fazer
1.600 procedimentos por mês, atendendo às necessidades de uma área
de alta concentração de população jovem e de grande exclusão social.
Para o prefeito, a inauguração
do 15º CAPS Infantil da Cidade vai
ao encontro de um dos objetivos
da administração - o de instalar
unidades de excelência nos lugares
mais isolados da Capital. “Esse é o
primeiro CAPS na região da Capela
do Socorro. Ele dotará a Zona Sul
de serviços de referência na área da
saúde. Para isso, contaremos com
um parceiro: a Associação Saúde
da Família (ASF). Esse é um equipamento
muito bem adequado para o
atendimento psicossocial infantil”.
O CAPS Infantil II Capela do Socorro
será referência para crianças e jovens de
0 a 19 anos com transtornos mentais
graves. O equipamento está preparado ainda para o atendimento aos familiares dos pacientes, além do desenvolvimento
de diversas atividades terapêuticas
e de inclusão social. “Para todos nós é muito gratificante participar de uma gestão que vai deixar a Cidade muito melhor equipada na saúde e com um
atendimento muito mais |
diferenciado”,
afirmou o prefeito.
A unidade em Capela do Socorro
conta com equipe multiprofissional composta por médicos, assistentes
sociais, terapeutas ocupacionais, enfermeiros,
auxiliares de enfermagem,
assistentes administrativos e auxiliares
de serviços gerais. “Essa integração só mostra que o trabalho realizado na área
da saúde mental é exemplar”, disse o
secretário municipal da Saúde.
- São Paulo tem 63 CAPS -
Os Centros de Atenção Psicossocial
(CAPS) são unidades destinadas ao acompanhamento de pessoas com
transtornos mentais severos e persistentes.
Esses equipamentos seguem
a Política Nacional de Saúde Mental
e oferecem atenção multidisciplinar
incluindo tratamentos psiquiátrico,
psicológico, fonoaudiológico, terapia
ocupacional e atividades comunitárias.
Eles visam a reintegração do paciente
ao convívio familiar e social.
O município conta atualmente com
63 CAPS, dos quais 15 trabalham exclusivamente
com crianças e adolescentes.
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